Lyrics
[Verso 1]
Lá na esquina da praça
todo mundo já sabe quem é
camiseta branca, riso largo
pé descalço, gira no axé
Conta história de antigamente
faz piada pra espantar o azar
olho atento, alma gigante
onde ele chega, vira lugar
[Refrão]
É o Elídio Andrade, chama que não apaga
quando ele dança, o tempo se alarga
bate na palma, deixa o corpo invadir
se Elídio tá na roda, ninguém quer ir dormir
É o Elídio Andrade, vento na madrugada
fala manso, mas a rua acorda
corpo em transe, deixa o mundo fugir
se Elídio tá na roda, eu só penso em sorrir (hey!)
[Verso 2]
Chega cedo no bar da Zilda
pede água e começa a brincar
“Hoje eu pago com alegria”
e a tristeza corre pra se esconder de lá
Sabe o nome de cada criança
chama o velho pra se sacudir
diz: “A vida é curta, meu povo
vem viver antes do fim” (vem, vem)
[Refrão]
É o Elídio Andrade, chama que não apaga
quando ele dança, o tempo se alarga
bate na palma, deixa o corpo invadir
se Elídio tá na roda, ninguém quer ir dormir
É o Elídio Andrade, vento na madrugada
fala manso, mas a rua acorda
corpo em transe, deixa o mundo fugir
se Elídio tá na roda, eu só penso em sorrir (ô, Elídio)
[Ponte]
Quando o sol some atrás do telhado
ele levanta a voz pra cantar
cada passo risca o chão rachado
e a cidade inteira vem girar (girar, girar)
[Refrão]
É o Elídio Andrade, chama que não apaga
quando ele dança, o tempo se alarga
bate na palma, deixa o corpo invadir
se Elídio tá na roda, ninguém quer ir dormir
É o Elídio Andrade, vento na madrugada
fala manso, mas a rua acorda
corpo em transe, deixa o mundo fugir
se Elídio tá na roda, eu só penso em sorrir (hey, Elídio!)